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Comunidade realiza manifestação na Tristeza para pedir paz e mais segurança

Fotografia: Gustavo Cruz 
Ruas da Tristeza foram palco de manifestação em favor da segurança da comunidade
Centenas de pessoas realizaram passeata por ruas do bairro Tristeza para pedir mais segurança e paz. Com palavras de ordem e um carro de som à frente convocando os moradores a participar, integrantes da comunidade se somaram a funcionários, professores, alunos e pais para chamar a atenção do poder público para a insegurança gerada por assaltos e outros tipos de delitos. Outro objetivo da ação está relacionado à prevenção: despertar as pessoas para terem mais cuidado. A manifestação que percorreu trechos da rua Dr. Mario Totta e da Avenida Wenceslau na manhã de sábado, 14 de setembro, teve início em frente ao Colégio Mãe de Deus, onde, no dia 28 de agosto, um professor de Educação Física da escola foi baleado na saída da escola, por volta de 17h, em plena luz do dia. A manifestação, promovida pela direção da escola em conjunto com a Associação dos Pais e Mestres (APM) e organizada por mães de alunos, recebeu reforço de representantes de entidades como Grupo de Empresários da Tristeza e Zona Sul (GET) e Centro Comunitário de Desenvolvimento da Tristeza, Pedra Redonda e Vilas Assunção e Conceição (CCD) e contou com o acompanhamento da Brigada Militar, da Polícia Civil e da EPTC, bloqueando as vias enquanto os moradores se deslocavam pelas ruas e garantindo a segurança. Durante o trajeto, também aderiram à manifestação integrantes da Escola Interagir. Ao chegarem ao Santuário de Nossa Senhora das Graças, os manifestantes participaram de celebração religiosa na qual, foi anunciado, para a alegria dos presentes, que o professor acabara de receber alta do hospital, fato que foi comemora com palmas. 
                                                                                                                                                        Fotografia: Gustavo Cruz

Segundo a diretora do Colégio Mãe de Deus, Elenar Berghahn, a comunidade escolar já demonstra preocupação com a segurança há algum tempo. Antes do caso do professor, já havia sido realizado trabalho de conscientização, além da contratação de vigilância externa, instalação de câmeras de vídeo monitoramento e entrega de abaixo-assinado ao secretário estadual de Segurança, Airton Michels, em reunião realizada para tratar do assunto. A esposa do professor, Lisiane Insabralde Deiques, convidada pela escola para participar da manifestação destacou a audácia cada vez maior dos assaltantes, que também agem a luz do dia, e que o marido está passando por uma recuperação delicada, com perfurações de órgãos e mais de duas semanas de internação no Hospital Mãe de Deus. "A situação é bem difícil, pois talvez a gente se manifestasse hoje por uma pessoa que não estivesse mais conosco. Graças a Deus ele está se recuperando bem", disse Lisiane. A ocupação dos espaços públicos como forma de inibir a ação de bandidos também foi sugerida. Antonio Baxo lembrou que, sempre que houver oportunidade, os moradores devem "circular na quadra, conversar com os vizinhos, ter mais integração".


Fonte: Reportagem Adília Cruz
Créditos: Imagens Gulherme Cruz
Texto e revisão Gustavo Cruz

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 Matéria 2013.09.14.01

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